oreinabarriga

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16.2.11

Os medos

 O Miguel desenhou um menino num quarto escuro (à volta do menino que era a representação dele próprio, tudo preto a caneta de feltro). A um canto do desenho um rectângulo de muitas cores (azul, lilás, verde, amarelo e vermelho), era a porta do quarto.
O Miguel desenhou o seu (maior) medo: do escuro.

 - E o teu maior medo mãe? qual é?
 - É o medo de te perder filho. Consegues desenhar o medo da mãe?
 - Hum m m, acho que consigo.

E nem 60 segundos se tinham passado, e o Miguel volta com este papelinho




Eu de roxo.
(roxo é a cor que eu não gosto, tenho medo do roxo, o medo a seguir a perder o meu filho é o medo do roxo)

 - O desenho está rasgado à volta filho, porquê?
 - Porque tu perdes-te o teu filho, perdeste-me. Eu estava no desenho mas agora nunca mais me vais encontrar.


11.7.10

O menino de barro




O Miguel no fim do tratamento para a varicela (com a loção cor-de-rosa) parece um menino de barro.

(estou com um défice de sono maior que aquele défice de que se fala muito, o... défice do PEC? estou mesmo mal...)

14.5.10

Aplasia medular e outras m# que nos lixam

"A minha prima foi internada ontem à noite para começar o
tratamento que combate a aplasia medular. Ficará um mês em isolamento, porque
não pode estar exposta ao exterior nem nada que venha de cá, uma vez que o
organismo dela não tem defesas. Já se sabe que a irmã, a mais provável dadora,
não é compatível nem existe ninguém no banco nacional de dadores que seja.

Neste momento só nos resta esperar que o tratamento resulte (o médico
falou em 80% de possibilidade de sucesso… mas a minha mãe, enfermeira, diz que
lhe parece um pouco optimista demais…) ou que exista alguém no banco
internacional que seja compatível com ela.

Estou a tentar através de
todos os meios divulgar os sites que explicam como as pessoas se podem
esclarecer e informar, para que possamos ser cada vez mais. À semelhança do que
já fiz com outras pessoas que tenho a sorte de conhecer, queria pedir-te se
podias, da forma que quiseres e puderes, divulgar também. E se essas pessoas,
mesmo não podendo ser dadoras, divulgarem também, talvez possamos ajudar mais
alguém.

Muito e muito obrigada"


Extraído integralmente Daqui .


Eu não posso ser dadora de medula óssea (o que me fez e ainda faz sentir que não presto para nada) porque tenho menos de 50 kg.
Estão aqui os links que explicam tudo:

Portal da Saude
Centro de Histocompatibilidade do Sul


Eu já os tinha colocado noutros post's, mas aqui vão outra vez, eu não "presto para nada" mas os que ainda não são dadores sem terem qualquer impedimento (baixo peso, portadores de doenças crónicas ou auto imunes, tenham recebido uma transfusão de sangue depois de 1980), podem passar por esta vida sem viver com essa sensação.


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7.5.10

Carta de uma mãe, enviada a outra mãe, após uma reportagem na TV

"Cara Senhora,
vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão
contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de
Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que
vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes
dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto.
Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a
distância que me separa do meu filho.
A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Se você ainda não percebeu, sou a
mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de
combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os
estudos e ajudar a família.

No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do
meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que
ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por
ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum
representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só
palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".



Embora duvide da veracidade deste texto, o facto de ter sido já reencaminhado milhares de vezes via e-mail também não faz dele uma certeza (pelo contrário, não ajuda nada), mas aqui importa que ao lermos o manifesto ficamos do lado da mãe do filho morto, e aquilo em que não acreditamos, é na boa representação das organizações não governamentais. Ainda estou um bocado embaraçada, já li as linhas desta carta uma o outra vez... este tipo de injustiças (para mim os seres humanos não terem direitos iguais é só por si uma enorme injustiça, os criminosos terem direitos e as vítimas serem condenadas ao esquecimento é uma enorme injustiça, é grave e é uma vergonha) são reais, acontecem mesmo (a carta pode ser uma farsa, mas acontecem mesmo) e deixam-me de rastos.

As ong's criadas para confortar presidiários que cometem delitos graves como este deviam virar-se também para o outro lado e confortar igualmente as vítimas, prestar-lhes cuidados e auxílio, e, sobre a cobertura dada por jornalistas e repórteres ao trabalho destes missionários da consolação, só me ocorre dizer que no mínimo agem de forma cru-el-men-te par-ci-al! Tomam partido do criminoso, quase fazendo parecer que o criminoso é um coitadinho e a mãe do criminoso uma pobre coitada, só falta transmitirem a notícia ao contrário: O rapaz da bomba levou um tiro porque estava a trabalhar nessa noite e impedia de certa forma que o ladrão pudesse cometer o seu assalto.

O criminoso tem sempre uma boa desculpa (perdão ou absolvição) ora são oriundos de bairros problemáticos, com infâncias problemáticas, ora são alcoólicos, agarrados à droga, ora sofrem de distúrbios da saúde mental (psiquiátricos), este sofre de distúrbios da saúde mental, está visto, até ateia fogo ao colchão onde dorme, pena são os ataques de lucidez que lhe dão pelo meio porque já é a 2ª vez que ele está fora da cama quando lhe deita o fogo.

A mãe do marginal vai ver o filho à prisão (que mulher desafortunada, que má sorte a dela). Precisa certamente que lhe paguem as despesas de deslocação porque a prisão de Custóias fica um bocado fora de caminho.

A mãe do rapaz inocente vai ver a campa do filho. O filho dela está morto e portanto bem mais longe que Custóias, o céu fica um bocado fora de caminho...

13.1.10

Haiti, Eske w pèdi? (Are you lost?)


Haiti, ANTES do sismo de 2010
(UNICEF's Photo Gallery)
Haiti, DEPOIS do sismo de 2010
(Rescue from Toppled Building)


Que o inferno tenha um fim, e que a humanidade prove do que é capaz a solidariedade humana.

7.6.09

Museu Anjos Teixeira

Pedro Anjos Teixeira - escultor

Neste museu (na Vila de Sintra também), encontra-se o legado artístico de dois importantes escultores portugueses contemporâneos: Artur Anjos Teixeira (pai) e Pedro Anjos Teixeira (filho).

"O artista ia pela rua a caminho do atelier ou de regresso a sua casa; que numa atitude curiosa, um gesto significativo, lhe dessem na vista, sacando o caderno, anotava. Ou corria à greda (*) fresca e traduzia com
duas dedadas a impressão original."



(*) argila, barro.


Aquilino Ribeiro sobre o artista Artur Teixeira


Artur Anjos Teixeira - Escultor

Encontramos nestas esculturas em mármore, gesso, bronze, em maquetas, em esboços ou desenhos, cenas do quotidiano rural, das pescas, os vendedores, as varinas, os carregadores (transporte de pipas de vinho por exemplo), figuras representativas de homens e mulheres do povo, em determinada época da nossa história.


É um museu imperdível. A entrada é gratuita, é um espaço pequeno, muito, muito estético, e as esculturas são marcantes, marcantes sobretudo as de Pedro Anjos Teixeira pela força que transmitem (força animal, a força do homem), um "homem a lutar contra um polvo", um monumento em bronze ao "trabalhador rural", marcantes pelo fulgor ou pela alusão à maternidade como esta que apesar de não representar a maternidade, singularmente...



... é um monumento em gesso de Artur Anjos Teixeira dedicado a Camilo Castelo Branco, que marcou pelas múltiplas interpretações (até porque a observamos de diferentes ângulos, inclusivamente de pernas para o ar).





"A maleta pedagógica" e "O caminho do criar" são ateliers de expressão plástica existentes neste museu e ao dispor da comunidade escolar: Jardins de Infância e Escolas do 1º, 2º e 3º Ciclos, gratuitamente, todas as 3ªs feiras, mediante marcação prévia.

O animador do museu, em interação com o grupo de crianças e criando um clima apropriado para cada grupo de idades, aborda temas relacionados com os dois escultores, e através dos materiais contidos na Maleta pedagógica, favorece a aquisição de saberes, mestrias, no contexto da expressão plástica, particularmente na manufactura de escultas em gesso.
Na oficina "O caminho do criar" os alunos podem experimentar criar as suas primeiras obras d' arte! em materiais como embalagens, esferovite, cartão, espumas, jornais, etc..

Uma escultura é uma estátua. Ter força, fulgor e movimento, é a mais maravilhosa das metáforas. Foi o que deixamos escrito no livro de visitas, à saída deste museu.


Tutela Câmara Municipal de Sintra Endereço Azinhaga da Sardinha, Rio do Porto 2710-631 Sintra Telefone 219 238 827 Fax 219 238 827 E-Mail museu.ateixeira@cm-sintra.pt Acessibilidades Comboio Lisboa-Sintra Estacionamento próprio Horário 3.ª a 6.ª feira: 10:00-18:00; Sábados, Domingos e feriados: 14:00-18:00 Encerrado ao público à 2.ª feira e nos feriados de 1 de Janeiro, 3.ª feira de Carnaval, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 24 a 26 e 31 de Dezembro Ingresso Entrada Livre. Para saber mais consulte imc (instituto dos museus e da conservação)
..
(obrigada filho, por seres a minha melhor companhia, vá eu para onde for. Nem todas as crianças gostam de museus, se portam bem em museus, são sensíveis à arte como tu e não se aborrecem de ver aquilo a que outros, menos "tu", chamariam "pedra"?)

16.4.09

O cão d' água Português de Barack Obama

O presidente dos Estados Unidos escolheu um cão d’ água Português como animal de estimação da casa branca. O cão chama-se OB e OB serem as iniciais de Barack Obama é pura coincidência porque toda a gente sabe que OB é uma conhecida marca de tampões sem aplicador. OB para nome de cão do presidente dos Estados Unidos foi, quanto a mim, muito mal escolhido, se fosse para cão do Arnold Schwarzenegger que é apenas o governador da Califórnia ainda vá que não vá, se fosse para a Oprah Winfrey ou até mesmo para o Stevie Wonder enfim, era aceitável , mas para cão do Presidente dos Estados Unidos OB é um nome pouco distinto. O cão devia chamar-se CR7 (Cristiano Ronaldo), NG (Nuno Gomes) ou MG (Magalhães, em americano: Magalean). Agora o que me intriga mais neste assunto tão relevante e que tem marcado a atualidade nem é o nome do cão, é: porquê um cão? Será, não diria ignorância, mas, por desconhecimento, que o Presidente tenha escolhido um cão Português? Um cão? Ainda se fosse uma vaca dos Açores (será possível que o presidente nunca tenha ouvido falar nos lacticínios dos Açores?), um boi Charoles, ainda se fosse um porco (um pata negra do Alentejo), um bacalhau, agora um cão? (o bacalhau não é bem um peixe de aquário, mas o cão é um cão d’ água e no entanto água é só para disfarçar, como a Lena d’ Água).
Bons em cães são os Ingleses!
Depois não admira que a comida preferida do BO seja… tomates.
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Adenda: Parece que afinal o Presidente dos Estados Unidos queria mesmo era um cão. Estive agora a ver as últimas notícias (não perco pitada disto, palavra) e parece que o problema é que ele queria mesmo um cão e sendo assim retiro o que disse sobre a questão da vaca dos Açores e do suíno alentejano. Li até que houve um agricultor de Fornos de Algodres que quis oferecer ao Presidente e às filhas duas galinhas pedrês, uma galinha preta lusitânica e um pato (aves genuinamente de raça Portuguesa) e o Presidente não aceitou. O que ele queria era mesmo um cão.

28.1.09

Estou farta dos patrões das fábricas que fecham, farta!

Já aqui falei dos aproveitadores da crise: os empresários que têm fechado fábricas e os jornalistas que não sabem o mal que fazem quando escrevem que a crise levou mais uma fábrica a falir quando toda a gente sabe (ou devia saber e o jornalismo é fazer com que se saiba) que quem levou a fábrica à falência foi o patrão.
Continuo a dizer que somos um país atrasado, mas qual crise? A crise há de cá chegar ao mesmo ritmo que chega o cinema que vemos, muito tempo depois de ter estreado no país de origem, o mais que podemos fazer é prevenção, tomar as devidas precauções, à cautela, porque as coisas (e a crise) não acontecem só aos outros.
A Islândia está falida porque a qualidade de vida era tanta (eu sempre disse que qualidade de vida a mais aborrece e pode levar ao suicídio em particular e à falência em geral), ninguém aguenta não ter que lutar por nada: por um emprego, por uma vaga para os filhos na escola, para ter uma consulta com o médico de família, ninguém aguenta precisar de uma farmácia aberta e haverem dez farmácias abertas. A Islândia era um dos países mais metódicos do mundo, os Islandeses são rapaziada sensível e vulnerável, não estavam habituados a sofrer, como nós, que já falimos há imenso tempo.
Se os jornalistas não andassem sempre a falar na crise dos Estados Unidos e da Alemanha e dos países metódicos e metessem Portugal ao barulho, no pacote, que é uma coisa que só serve para os empresários fecharem fábricas todos os dias e andarmos aqui todos em grande depressão, quando a “crise” cá chegar já o resto do mundo está de pé, curado e esquecido (quem sabe até a Islândia), se não ligarmos ao que os jornalistas dizem (e escrevem) neste entremeio, quando a “crise” cá chegar já vem fraquinha, podemos pegar nela e mete-la num frasco e por uma rolha bem metida no frasco e arrumá-la num sítio onde não estorve, o costume, nada mais nada menos que aquilo que sempre fizemos com a maior das naturalidades com a crise, com o pib, com o pnb, com o défice, com a inflação… Eu já disse isto, o que eu ainda não tinha chamado era:
Asquerosos!
Merdosos!
Medíocres!
A-pro-vei-ta-do-res!
Sem estudos, sem maneiras e sem formação.
Merceeiros! (merceeiros no sentido de cima: sem estudos, sem maneiras e sem formação, para ser patrão devia ser preciso muito mais, é preciso muito mais, só neste país é que chega ser merceeiro, ter mentalidade de merceeiro, merceeiro no sentido de cima, repito, para ser patrão).
Nojentos!
Acima de tudo: A-pro-vei-ta-do-res!
Esses patrões que falo quando fecham uma fábrica em Portugal para depois irem abrir outra, só deviam poder abrir outra na Islândia. Para castigo. Para aprenderem.
Estou farta dos patrões das fábricas que fecham NÃO POR CAUSA DA CRISE mas POR CAUSA DE SE FALAR NA CRISE. Farta.

22.10.08

Curiosidades masculinas da meia idade

Todo o homem na casa dos cinquenta, sessenta anos, convenceu pais, tios, professores, vizinhança e mais meio mundo, em pequeno, que queria ser bombeiro, ou polícia, ou astronauta ou engenheiro para chegar à meia idade e revelar que o sonho de toda a sua infância e juventude foi ser manobrador.
Formam um clube, organizam a sua vida de maneira a não perder nenhuma extracção de pedra, abertura de vala, aterro, desaterro, escavação, demolição e contra o sol e as intempéries ficam ali às manhãs e às tardes inteiras onde houver uma obra a assistir àquilo, às retro-escavadoras, pesados com grua, gruas telescópicas, camiões Mercedes com báscula trilateral, as rectro-escavadoras da CAT, as Komatsu SK 07! (aquelas com balde e com porta paletes), ali, no meio do pó e do barulho, maravilhados com aquilo tudo. Não têm bancada mas escolhem o melhor flanco para assistir e comentam as habilidades do manobrador, como se tratasse de um jogador da bola, o melhor ponta de lança da champions league, como se estivessem no estádio, e é também na meia idade que costumam arrumar o cabelo para o lado, no meio da rua, com um pente que depois guardam devotamente na algibeira da camisa para a próxima vez que se lhes alvitre uma rabanada de vento.
Uma coisa deve ter a ver com a outra.

1.10.08

Puzzles



Já sei fazer o Puzzle do Noddy, do Ruca e dos Cars da Disney e um dia hei de conseguir fazer os do IKEA (aqueles que se a coisa correr bem, ao fim de 40 semanas o puzzle converte-se em armário).

11.9.08

Os primeiros desenhos

O meu filho começou agora a fazer os primeiros desenhos. Segura bem na caneta, tem um traço firme mas não carregado, concentrado e não desenha por norma riscos e rabiscos como era de prever, desenha uma linha curva que raramente quebra, interrompe ou trespassa com outra e vai dando-lhe uma forma. Eu não sei interpretar desenhos muito bem, nem as cores. O que quer dizer o azul, a cor preferida do Miguel.
No fim, atribui um significado ao desenho.
Riscos riscos e mais riscos, círculos (espirais) e mais riscos é o que todas as crianças começam por fazer, os primeiros desenhos do Miguel tem expressão, movimento. Ainda é cedo (ele só tem 3 anos) pode não ser 'o Dom, certeza tenho que guardaria os primeiros desenhos do meu filho de qualquer das maneiras.